O livro A Cabana, escrito por Willaim P. Young, é uma romance ficcional que traz o trauma de uma família.
Durante uma viagem de lazer, a filha menor do casal Miss desaparece misteriosamente. Os indícios apontam para o assassinato da criança. O pai, Mack é imerso numa Grande Tristeza, por não conseguir entender porque sua filha, uma criança inocente, é morta de forma cruel.
A polícia não consegue identificar o autor do crime. Os membros da família Nan, a mae e Kate a irmã retornam para casa desconsolados.
A tristesa e a dor se abate sobre todos. Nan resolve fazer uma viagem. Mack fica em casa e recebe um bilhete misterioso o convidando para ir a uma Cabana, o bilhete é assinato por "papai". (forma carinhosa que Nam, sua esposa, se relaciona com Deus) .
Intrigado com o convite resolve atendê-lo. Chegando lá é surpreendido por uma mulher negra e gorda que se apresenta como Deus. A surpresa não para por aí, em seguida conhece Jesus e Sarayu - o Espírito Santo.
Este encontro inusitado permite a Mack questionar a Deus por que sua linda fillha Miss foi assassinada.
Deus, Jesus e Sarayu em momentos separados tem a oportunidade de dialogar com Mack, fazendo refletir que Deus não é o causador do sofrimento humano, mas permite o sofrimento porque homem escolheu se afastar da proteção divina.
Mack é agraciado com situações nunca experimentadas como: andar sobre as águas, voar pelos céus e por fim ver sua filha num ambinte celestial.
O diálogo entre os quatro é com o objetivo de fazer Mack tirar toda à magoa do seu coração e perdoar o assassino de sua filha.
Por fim, quando o amor toca o seu coração em definitivo, ele consegue perdoar seu pai, já falecido, e com muito esforço perdoa também, o assassino de Miss.
Assim ele consegue se livrar da Grande Tristeza que o assolava e torna-se uma pessoa amável.
Ao retornar para casa se envolve em um grave acidente. Mesmo assim, com o coração transbordando de alegria conta para sua família e depois voltam ao lugar para resgatar o corpo de sua filha.
O livro de 236 páginas, confeccionado em papel chamoa, no formato 15x22 e capa em papel coché, do escritor Canandense William P. Young, traz um perfil de auto-ajuda. Com uma trama empolgante envolvendo misticismo e realidade num contexto que expõe a fragilidade humana diante dos grandes desafios como: a vida e a morte.
A mensagem mostra a importância do perdão. Este, por sua vez, permite que o amor de Deus flua em nossos corações.
William P. Young 236 paginas, Canada, Editora Sextante.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Enchentes no Nordeste desabriga milhares de famílias

O povo nordestino enfrenta as piores chuvas dos últimos 24 anos, desde o mês de abril chove praticamente todo dia. O ministro da Integração Nacional, Gedel Vieira, informou hoje (11/05) que já são mais de 184 mil pessoas que estão desalojadas e cerca de 90 mil estão desabrigadas. O volume de chuvas e a falta de saneamento básico são responsáveis pelas enchentes. O total de municípios atingidos pelo grande volume de água chega a 340 em 12 estados. O Ceará tem o maior número de municípios atingidos na Região Nordeste, com 75. No Norte do país, é no Amazonas onde se encontra o maior número de municípios atingidos.
“Perdi tudo o que eu tinha, inclusive meus móveis” – disse Francisco Chagas que está alojado no Ginásio da prefeitura de Teresina/PI, aguardando a Defesa Civil liberar sua casa. A situação é de desespero para a grande maioria da população.
O ministro entrou em contato com o presidente Lula, para solicitar um repasse de verbas em caráter emergencial, entretanto o valor e a data de liberação ainda não foram confirmados.
O Instituto Nacional de Meteorologia e Recursos Hídricos informa que a situação deve normalizar a partir do dia 15 deste mês.
ALUNOS: ARNÓBIO AIRES
GLEICE OLIVEIRA
JOANA BESSA
“Perdi tudo o que eu tinha, inclusive meus móveis” – disse Francisco Chagas que está alojado no Ginásio da prefeitura de Teresina/PI, aguardando a Defesa Civil liberar sua casa. A situação é de desespero para a grande maioria da população.
O ministro entrou em contato com o presidente Lula, para solicitar um repasse de verbas em caráter emergencial, entretanto o valor e a data de liberação ainda não foram confirmados.
O Instituto Nacional de Meteorologia e Recursos Hídricos informa que a situação deve normalizar a partir do dia 15 deste mês.
ALUNOS: ARNÓBIO AIRES
GLEICE OLIVEIRA
JOANA BESSA
segunda-feira, 4 de maio de 2009
RESENHA DO FILME MERA COINCIDÊNCIA
O filme, Mera Coincidência, retrata um período pré-eleitoral, nos Estados Unidos, onde o atual presidente, Michael Belson, é acusado de envolvimento sexual com uma adolescente, a notícia é veiculada nos jornais, trazendo prejuízos a imagem do presidente junto a opinião pública.
Diante das circunstâncias, o marketeiro Connie, interpretado por Robert De Niro, é acionado para criar um fato extraordinário, capaz de prender a opinião pública e resgatar a credibilidade do Presidente.
Connie, procura um renomado produtor de cinema, de nome Stanley Motss, interpretado por Dustin Hoffman, ambos depois de avaliar que “fato” criariam, chegam a conclusão de que a notícia seria uma “guerra contra a Albânia e a libertação de um prisioneiro de guerra.
O produtor vai para uma ilha de computação gráfica, onde monta as imagens com cenas de cunho emocional, explorando todo o realismo que as novas tecnologias possibilitam, como por exemplo em uma das cenas que uma jovem foge com o seu pequeno gatinho branco no meio das explosões.
Paralelo as notícias de guerra, Connie, lança na mídia a campanha de libertação do prisioneiro, Sargento William Schumann , interpretado por Woody Harrelson. Com apelos emocional, a foto do prisioneiro aparece na mídia com uma inscrição em código morse, se referindo a sua mãe, rapidamente a produção associa alguns símbolos a esse prisioneiro de guerra – como uma canção sobre sapatos velhos – que passa a tocar nas rádios – evocando o lado emocional da opinião pública, como também o marketeiro e sua assessora de imprensa Winifre Ames, interpretado por Anne Heche, espalham sapatos na rede elétrica, essa fato gera comoção nacional e faz o ibope do presidente subir.
Pouco antes da eleição é simulado o resgate do prisioneiro, mas não dá certo – o prisioneiro é um psicopata e no retorno para Washington, o mesmo, tenta estrupar a mulher do dono de uma mercearia de estrada, o marido enfurecido mata o Sargento Schumann.
Quando a cúpula, desanimada, acham que não vai dar certo, Stanley Motss, percebe que um herói morto é mais comovente do que vivo e dão continuidade ao plano, chegam em Washginton com grande cobertura na imprensa.
Na parte final, o plano da certo, a vitória do presidente é iminente, nesse momento o produto se vê injustiçado e quer revelar a trama.. Connie rapidamente age, para que isso não acontece, e providencia a “queima de arquivo”.
O filme mostra a capacidade da comunicação aliada ao desenvolvimento tecnológico, encurtando caminhos entre a realidade e a ficção, deixando algumas mensagens bem definidas: as meras coincidências podem virar verdades absolutas e mudar o rumo da história;
O poder das novas tecnologias; a criatividade dos profissionais da área de comunicação e por fim uma condição que nunca mudara: a fonte das informações deve sempre manter o “sigilo” se não pode.........
Diante das circunstâncias, o marketeiro Connie, interpretado por Robert De Niro, é acionado para criar um fato extraordinário, capaz de prender a opinião pública e resgatar a credibilidade do Presidente.
Connie, procura um renomado produtor de cinema, de nome Stanley Motss, interpretado por Dustin Hoffman, ambos depois de avaliar que “fato” criariam, chegam a conclusão de que a notícia seria uma “guerra contra a Albânia e a libertação de um prisioneiro de guerra.
O produtor vai para uma ilha de computação gráfica, onde monta as imagens com cenas de cunho emocional, explorando todo o realismo que as novas tecnologias possibilitam, como por exemplo em uma das cenas que uma jovem foge com o seu pequeno gatinho branco no meio das explosões.
Paralelo as notícias de guerra, Connie, lança na mídia a campanha de libertação do prisioneiro, Sargento William Schumann , interpretado por Woody Harrelson. Com apelos emocional, a foto do prisioneiro aparece na mídia com uma inscrição em código morse, se referindo a sua mãe, rapidamente a produção associa alguns símbolos a esse prisioneiro de guerra – como uma canção sobre sapatos velhos – que passa a tocar nas rádios – evocando o lado emocional da opinião pública, como também o marketeiro e sua assessora de imprensa Winifre Ames, interpretado por Anne Heche, espalham sapatos na rede elétrica, essa fato gera comoção nacional e faz o ibope do presidente subir.
Pouco antes da eleição é simulado o resgate do prisioneiro, mas não dá certo – o prisioneiro é um psicopata e no retorno para Washington, o mesmo, tenta estrupar a mulher do dono de uma mercearia de estrada, o marido enfurecido mata o Sargento Schumann.
Quando a cúpula, desanimada, acham que não vai dar certo, Stanley Motss, percebe que um herói morto é mais comovente do que vivo e dão continuidade ao plano, chegam em Washginton com grande cobertura na imprensa.
Na parte final, o plano da certo, a vitória do presidente é iminente, nesse momento o produto se vê injustiçado e quer revelar a trama.. Connie rapidamente age, para que isso não acontece, e providencia a “queima de arquivo”.
O filme mostra a capacidade da comunicação aliada ao desenvolvimento tecnológico, encurtando caminhos entre a realidade e a ficção, deixando algumas mensagens bem definidas: as meras coincidências podem virar verdades absolutas e mudar o rumo da história;
O poder das novas tecnologias; a criatividade dos profissionais da área de comunicação e por fim uma condição que nunca mudara: a fonte das informações deve sempre manter o “sigilo” se não pode.........
segunda-feira, 30 de março de 2009
Não obrigatoriedade de diploma para jornalista
Quando tomei conhecimento que havia no STF, uma ação para cassar a legitimidade da profissão de jornalismo, com um argumento que não há necessidade de curso superior, fiquei pasmo. Ou seja, a partir do dia 1 de abril (dia internacional da mentira) será julgado, no Superior Tribunal Federal (STF), em última instância..
Não é um simples julgamento. A questão é complexa, pois envolve a perspectiva de vida de muitos que já são jornalistas.
Os sonhos, as perspectivas e o suor de muitos que hoje estão na faculdade, provavelmente a um custo muito alto, e os que já são jornalistas, que provavelmente enfrentaram os "dias negros" do regime militar, para defenderem o direito da impresa livre.
Agora só nos resta esperar, infelizmente faltam apenas 48 horas para que o destino de muitos bravos estudantes de jornalismo, começarem a ser escrito.
Agora só nos resta esperar, infelizmente faltam apenas 48 horas para que o destino de muitos bravos estudantes de jornalismo, começarem a ser escrito.
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